terça-feira, 1 de junho de 2010

Perfil: Tânia Oliveira


A coluna de hoje trás uma entrevista exclusiva com a apresentadora do programa Interligado, da Rede TV, Tânia Oliveira.

Você foi assistente de palco durante algum tempo do programa Pânico na TV.Por que você deicidiu sair do programa?
Tânia Oliveira: A resposta sucinta é: crescimento profissional, ou como aprendi com oEmílio: "O importante é sair do Carrefour com o carrinho cheio"hahaha! Em nossa vida profissional todos queremos mais; e foi por issoque encerrei minha fase "assistente de palco".Devo muito, mas muito mesmo ao "Pânico", foi uma escola. Sereieternamente grata à essa família, fiz e mantenho muitas amizades ládentro (e agora, novamente vira e mexe nos encontramos peloscorredores da emissora). Sou fã deles!

Como surgiu a oportunidade de você apresentar o Interligado?
Tânia Oliveira: Fui chamada pela Mônica Pimentel para um teste do que viria a ser oInterligado, gostaram do resultado e aqui estou eu ;-)Como disse, estou sempre em busca do meu crescimento profissional,apresentar um programa é algo que estou adorando e gosto muito, aindamais com esse novo formato! Confesso que a maior dificuldade no começofoi o "ponto" - tive que me acostumar com aquela "voz da consciência";-) Atualmente estou com cerca de 150 horas de "ao vivo" e muitofeliz!

Como é trabalhar no programa Brothers?
Tânia Oliveira: Na verdade tenho feito participações especiais, fui convidada pelodiretor Ricardo de Barros (que foi meu diretor no Pânico) e esta sendomuito bacana, estou me entrosando com o Supla e o João. O programa édivertido e tem uma levada musical. Eu gosto bastante! Além de tudotem também a participação da platéia que deixa tudo mais animado -adoro essa troca de energia, era algo que eu sentia falta!


Rolou um boato na mídia que você foi convidada a participar do programa A fazenda 3. Isso é verdade?
Tânia Oliveira: Não que eu saiba ;-) Não fui convidada para nenhuma edição do programa.

Qual é a sensação de entrar diariamente ao vivo no ar?
Tânia Oliveira: É algo que gosto muito, gosto de "fazer" TV. O "ao vivo" é sempre uma escola, lidar com pessoas e situações que por vezes não são previsíveis é algo bastante desafiador.E o mais importante de tudo - em qualquer carreira - é fazer o que gosta.

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