quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Número 3 aperta o botão vermelho

Depois de Michel, agora foi a vez de Fabíola, a número 3, deixar “Solitários”. Ela não aguentou a pressão do experimento e disse adeus à Val e ao prêmio de 50 mil reais em barras de ouro.


No episódio anterior, durante a atividade de ralar cebolas, a número 3 já tinha dado sinais de seu desgaste. Ela ameaçou apertar o botão vermelho, mas desistiu. Decidida a permanecer no jogo, a número 3 recuperou o ânimo para lutar pela primeira imunidade de “Solitários”.

Para quem não se lembra, na primeira prova de imunidade, os participantes deveriam conduzir 5 chicletes do início do labirinto até a saída, ou seja, a boca de cada um deles. Na quinta e última etapa, eles deveriam cumprir a tarefa de olhos vendados.

A número 3 estava indo bem, mas acabou sendo traída pela ansiedade, ao achar que já tinha acabado a prova, sem perceber que colocou a venda antes da hora, na quarta etapa.

Enquanto isso, os outros participantes se concentravam para levar o último chiclete pelo labirinto. E parece que a ansiedade não afetou apenas a número 3. A número 9 foi a primeira a acabar a prova, mas se esqueceu de um pequeno detalhe: colocar a venda na hora de conduzir o último chiclete até a boca. Mostrando controle corporal e muito rebolado, o número 2 venceu a prova e se tornou o primeiro imune de “Solitários”.

Após a prova de imunidade, Val decidiu testar a paciência de seus convidados com uma atividade simples: apontar lápis. Mas, como em “Solitários” nada é tão simples quanto parece, a atividade parecia mais um castigo. Val entregou a eles 150 lápis para apontar. Completar esse desafio garantia aos participantes um convite para a Val Folia, a festa de Carnaval da Val.

O número 8 foi o primeiro a terminar o desafio, mostrando habilidade não apenas com as mãos, mas também com os pés. A número 1 e o número 2 foram os últimos a terminar e por isso ficaram sem festa.

E foi durante a Val Folia que a número 3 tomou uma decisão que mudou os rumos do jogo. Alegando não suportar a saudade da família, ela apertou o botão vermelho e desistiu de “Solitários”, antes mesmo da prova de eliminação.
Apesar dessa desistência, Val seguiu em frente com o experimento e deu início a mais uma prova. Mas, primeiro, ela fez todo mundo cantar o hino nacional, assim como manda a lei (segundo a lei estadual número 10.876, de 10 de setembro de 2001, é obrigatória a execução do Hino Nacional brasileiro em todos os eventos esportivos realizados no estado de São Paulo). E se a tarefa de cantar o hino fosse eliminatória, Val teria que mandar todos os seus convidados para casa. Acredite se quiser, mas ninguém acertou a letra!

O número 2 foi o único que não precisou cantar o hino, afinal, ele estava imune e pôde desfrutar de uma merecida recompensa no rancho da Val, com comidas típicas e muita música sertaneja.

Enquanto isso, os outros participantes precisaram de estômago forte para encarar a prova de eliminação. Sentados em uma cadeira giratória, eles deveriam rodar, rodar e rodar. A prova foi realizada em ciclos. A cada ciclo, Val determinava o número de voltas e o tempo limite para executá-las. Em seguida, um texto era mostrado no monitor para ser decorado. Quem decorasse, não precisaria mais girar. O primeiro a apertar o botão vermelho seria eliminado.

A número 7 foi a melhor e comemorou muito. Os números 5, 8 e 9 desistiram da prova sem decorar o texto completo. A número 5 foi a pior mas, para a sorte dela e graças à desistência da número 3, Val decidiu manter todos no experimento.

E no próximo episódio de “Solitários”, uma nova prova de imunidade testará os nervos e a capacidade de concentração dos participantes. Os convidados de Val irão revelar seu talento musical, compondo uma música para a chefe do experimento. Na prova de eliminação, um desafio de doer! Deitados sobre uma cama de pregos, os participantes terão que manter o corpo e a cabeça no lugar para resistirem ao botão vermelho.

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